Pres.: Santíssima Trindade, fonte de toda graça e santidade, confiantes elevamos a vós nossa oração.
Pres.: Pai eterno, Criador do céu e da terra,
℟.: Tende piedade de nós.
Pres.: Filho Redentor do mundo, Palavra viva do Pai,
℟.: Tende piedade de nós.
Pres.: Espírito Santo, fogo de amor e santificador das almas,
℟.: Tende piedade de nós.
Pres.: Santíssima Trindade, um só Deus,
℟.: Nós vos adoramos e confiamos em vós.
Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, unidos como Igreja, elevemos nossa oração por meio da Ladainha de Santo Antônio, insigne pregador e poderoso intercessor. Peçamos sua ajuda para crescermos na fé, na esperança e na caridade.
Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, ouvi-nos.
℟.: Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos.
℟.: Cristo, atendei-nos.
Deus Pai do céu,
℟.: Tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo,
℟.: Tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo,
℟.: Tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
℟.: Tende piedade de nós.
Santa Maria, Mãe de Deus,
℟.: Rogai por nós.
São Francisco de Assis,
℟.: Rogai por nós.
Santo Antônio de Pádua,
℟.: Rogai por nós.
Ilustre pregador do Evangelho,
℟.: Rogai por nós.
Doutor da Igreja,
℟.: Rogai por nós.
Amigo do Menino Jesus,
℟.: Rogai por nós.
Modelo de humildade,
℟.: Rogai por nós.
Exemplo de pureza,
℟.: Rogai por nós.
Espelho de obediência,
℟.: Rogai por nós.
Zeloso defensor da fé,
℟.: Rogai por nós.
Consolador dos aflitos,
℟.: Rogai por nós.
Auxílio dos pobres,
℟.: Rogai por nós.
Refúgio dos pecadores,
℟.: Rogai por nós.
Restaurador das coisas perdidas,
℟.: Rogai por nós.
Protetor das famílias,
℟.: Rogai por nós.
Amparo dos necessitados,
℟.: Rogai por nós.
Intercessor poderoso junto a Deus,
℟.: Rogai por nós.
Exemplo de vida evangélica,
℟.: Rogai por nós.
Luz da Santa Igreja,
℟.: Rogai por nós.
Homem cheio do Espírito Santo,
℟.: Rogai por nós.
Servo fiel da Santíssima Trindade,
℟.: Rogai por nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
℟.: Perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
℟.: Ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
℟.: Tende piedade de nós.
Pres.: Rogai por nós, glorioso Santo Antônio.
℟.: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Pres.: Glorioso Santo Antônio,
chegando ao fim desta oração, rendemos graças a Deus pelo vosso testemunho de fé e caridade. Vós que fostes luz para os que estavam nas trevas, fortaleza para os fracos e esperança para os aflitos, olhai por nós e por nossas famílias. Afastai de nós todo mal, guardai-nos na paz e fortalecei-nos na caminhada cristã. Que, por vossa intercessão, alcancemos as graças que pedimos, se for da vontade de Deus, e, sobretudo, a salvação de nossas almas.
Santo Antônio de Pádua,
℟.: Rogai por nós.
Santíssima Trindade,
℟.: Abençoai-nos.
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
O sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Todos:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou:
Pres.: Kýrie, eléison.
Pres.: Christe, eléison.
Pres.: Kýrie, eléison.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR, SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.: Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
Ou: Ⓑ
Ou:Ⓑ
Ou: Ⓑ
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Ou: Ⓑ
Ou: Ⓑ
Ou: Ⓑ
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor, vós nos fizestes participantes dos frutos da redenção eterna; concedei, a nós que celebramos a memória da Mãe do vosso Filho, que nos gloriemos na plenitude da vossa graça e sintamos crescer sempre mais a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
℣.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.