Livreto Celebrativo | Encerramento Novenário de Santo Antônio de Pádua

 

LIVRETO CELEBRATIVO 
ENCERRAMENTO SOLENE
NOVENÁRIO DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA 

IMACULADO CORAÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA

LOCA: SANTUÁRIO DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA

PRESIDE A SANTA MISSA:
DOM EDGAR COSTA, CARDEAL BERGOLIO

13/06/26
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RITO DA NOVENA 
RITOS INICIAIS

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ORAÇÃO INICIAL
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o Sacerdote abrindo os braços reza:
Ó glorioso taumaturgo Santo Antônio de Pádua, fiel servo de Deus e ardente pregador do Evangelho, que dedicastes vossa vida à salvação das almas e ao socorro dos necessitados, alcançai-nos a graça de vivermos com fidelidade as promessas do nosso batismo e buscarmos sempre as coisas do alto. Ajudai-nos a reconhecer a presença de Deus em nossa vida, a perseverar na fé e a crescer na caridade para com todos. Por Cristo, nosso Senhor
℟.: Amém.
(Pode ser fazer uma introdução sobre o que sera feito a parti da finalização da oração inicial)

INVOCAÇÃO A SANTÍSSMA TRINDADE 

Pres.: Santíssima Trindade, fonte de toda graça e santidade, confiantes elevamos a vós nossa oração.

Pres.: Pai eterno, Criador do céu e da terra,
℟.: Tende piedade de nós.

Pres.: Filho Redentor do mundo, Palavra viva do Pai,
℟.: Tende piedade de nós.

Pres.: Espírito Santo, fogo de amor e santificador das almas,
℟.: Tende piedade de nós.

Pres.: Santíssima Trindade, um só Deus,
℟.: Nós vos adoramos e confiamos em vós.


LADAINHA DE SANTO ANTÔNIO

Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, unidos como Igreja, elevemos nossa oração por meio da Ladainha de Santo Antônio, insigne pregador e poderoso intercessor. Peçamos sua ajuda para crescermos na fé, na esperança e na caridade.

Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, ouvi-nos.
℟.: Cristo, ouvi-nos.

Cristo, atendei-nos.
℟.: Cristo, atendei-nos.

Deus Pai do céu,
℟.: Tende piedade de nós.

Deus Filho, Redentor do mundo,
℟.: Tende piedade de nós.

Deus Espírito Santo,
℟.: Tende piedade de nós.

Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
℟.: Tende piedade de nós.

Santa Maria, Mãe de Deus,
℟.: Rogai por nós.

São Francisco de Assis,
℟.: Rogai por nós.

Santo Antônio de Pádua,
℟.: Rogai por nós.

Ilustre pregador do Evangelho,
℟.: Rogai por nós.

Doutor da Igreja,
℟.: Rogai por nós.

Amigo do Menino Jesus,
℟.: Rogai por nós.

Modelo de humildade,
℟.: Rogai por nós.

Exemplo de pureza,
℟.: Rogai por nós.

Espelho de obediência,
℟.: Rogai por nós.

Zeloso defensor da fé,
℟.: Rogai por nós.

Consolador dos aflitos,
℟.: Rogai por nós.

Auxílio dos pobres,
℟.: Rogai por nós.

Refúgio dos pecadores,
℟.: Rogai por nós.

Restaurador das coisas perdidas,
℟.: Rogai por nós.

Protetor das famílias,
℟.: Rogai por nós.

Amparo dos necessitados,
℟.: Rogai por nós.

Intercessor poderoso junto a Deus,
℟.: Rogai por nós.

Exemplo de vida evangélica,
℟.: Rogai por nós.

Luz da Santa Igreja,
℟.: Rogai por nós.

Homem cheio do Espírito Santo,
℟.: Rogai por nós.

Servo fiel da Santíssima Trindade,
℟.: Rogai por nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
℟.: Perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
℟.: Ouvi-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
℟.: Tende piedade de nós.

Pres.: Rogai por nós, glorioso Santo Antônio.
℟.: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.


ORAÇÃO FINAL

Pres.: Glorioso Santo Antônio,
chegando ao fim desta oração, rendemos graças a Deus pelo vosso testemunho de fé e caridade. Vós que fostes luz para os que estavam nas trevas, fortaleza para os fracos e esperança para os aflitos, olhai por nós e por nossas famílias. Afastai de nós todo mal, guardai-nos na paz e fortalecei-nos na caminhada cristã. Que, por vossa intercessão, alcancemos as graças que pedimos, se for da vontade de Deus, e, sobretudo, a salvação de nossas almas.

Santo Antônio de Pádua,
℟.: Rogai por nós.

Santíssima Trindade,
℟.: Abençoai-nos.

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RITOS INICIAIS SANTA MISSA

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ANTÍFONA DE ENTRADA 

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Meu coração, por vosso auxílio, rejubile, e que eu vos cante pelo bem que me fizestes

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia

ATO PENITENCIAL

Pres.:  No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Todos:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
 
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Pres.: Senhor, tende piedade de nós. 
℟.: Senhor, tende piedade de nós. 
Pres.: Cristo, tende piedade de nós. 
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou:
Pres.:
Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Pres.: Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.


HINO DE LOUVOR
Glória a Deus nas alturas

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
℣.: GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
℟.: E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, SENHOR DEUS,
CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.

VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR, SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO
JESUS CRISTO, COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.


ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta
Ó Deus, que preparastes morada digna do Espírito Santo no Coração da Virgem Maria, concedei benigno que, por sua intercessão, nos tornemos templo da vossa glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 61, 9-11)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías
A descendência do meu povo será conhecida entre as nações, e seus filhos se fixarão no meio dos povos; quem os vir há de reconhecê-los como descendentes abençoados por Deus. Exulto de alegria no Senhor e minha alma regozija-se em meu Deus; ele me vestiu com as vestes da salvação, envolveu-me com o manto da justiça e adornou-me como um noivo com sua coroa, ou uma noiva com suas joias. Assim como a terra faz brotar a planta e o jardim faz germinar a semente, assim o Senhor Deus fará germinar a justiça e a sua glória diante de todas as nações.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(1Sm 2, 1. 4-5. 6-7. 8abcd (R. cf. 1a)

℟. Meu coração se regozija no Senhor.

— Exulta no Senhor meu coração, e se eleva a minha fronte no meu Deus; minha boca desafia os meus rivais porque me alegro com a vossa salvação. ℟.

— O arco dos fortes foi dobrado, foi quebrado, mas os fracos se vestiram de vigor. Os saciados se empregaram por um pão, mas os pobres e os famintos se fartaram. Muitas vezes deu à luz a que era estéril, mas a mãe de muitos filhos definhou. ℟.

— É o Senhor quem dá a morte e dá a vida, faz descer à sepultura e faz voltar; é o Senhor quem faz o pobre e faz o rico, é o Senhor quem nos humilha e nos exalta. ℟.

— O Senhor ergue do pó o homem fraco, do lixo ele retira o indigente, para fazê-los assentar-se com os nobres num lugar de muita honra e distinção. ℟.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Cf. Lc 2, 19)

ALELUIA, ALELUIA! 
Bendita é a Virgem Maria, que guardava a Palavra de Deus, meditando-a no seu coração.
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho,  inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.


EVANGELHO
(Lc 2, 41-51)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: 
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Acolhei, Senhor, as orações e oferendas dos vossos fiéis que vos apresentamos na comemoração da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus; que elas vos sejam agradáveis e nos tragam o auxílio da vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA I
(A Maternidade da Bem-aventurada Virgem Maria)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso e, na Solenidade do  Imaculado coração de Maria, sempre Virgem, louvar, bendizer e proclamar a vossa glória. Por obra do Espírito Santo ela concebeu o vosso Filho Unigênito e, sem perder a glória de sua virgindade, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, vos louvam os Anjos, vos adoram as Dominações, tremem as Potestades; os céus e as Forças celestes com os Serafins, unidos, vos celebram exultantes. Concedei também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Pio II, o nosso Bispo Edgar Costa e Seus Auxiliares, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

Ⓗ Nos domingos, no Natal do Senhor e Oitava, na Epifania, na Missa da Ceia do Senhor, na Vigília Pascal e Oitava Pascal, na ascensão e no Pentecostes, diz-se o Comunicantes próprio.

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. 
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
℟.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

Ⓗ  Da Vigília Pascal até o 2º Domingo da Páscoa e em outras ocasiões específicas diz-se o Aceitai, ó Pai, próprio.

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Ou:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

Ou:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:

℟.:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.:
O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
Ou: Ⓑ
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Ou:Ⓑ
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
Ou: Ⓑ
℣.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.:
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Ou: Ⓑ
Pres.: Quem comhe minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.
Ou: Ⓑ
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Ou: Ⓑ
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
Ou: Ⓑ
Pres.: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

COMUNHÃO

ANTÍFONA DE COMUNHÃO 
(Lc 2, 19)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Maria guardava todos estes fatos e meditava sobre eles em seu coração.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.:
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor, vós nos fizestes participantes dos frutos da redenção eterna; concedei, a nós que celebramos a memória da Mãe do vosso Filho, que nos gloriemos na plenitude da vossa graça e sintamos crescer sempre mais a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

RITO DE BENÇÃO
BENÇÃO DOS PÃES DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA

Leitor: Irmãos e irmãs, após participarmos da mesa da Palavra e do Pão da Eucaristia, fonte e ápice de toda a vida cristã, procederemos à bênção dos tradicionais Pães de Santo Antônio. Este piedoso costume recorda a caridade do glorioso santo para com os pobres e nos convida a confiar na Providência divina, a agradecer pelos dons recebidos e a partilhar o pão com os irmãos mais necessitados.
Os Pães são apresentados diante ao altar

Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, o Senhor nos alimentou com o Corpo e o Sangue de seu Filho. Peçamos agora que estes pães, sinal da bondade divina e da caridade de Santo Antônio, despertem em nós a gratidão, a confiança na Providência e o compromisso de repartir o pão material e espiritual com os nossos irmãos.

BENÇÃO DOS PÃES

Pres.: Oremos.

Senhor Deus,
que em vossa infinita bondade sustentais a vida de todos os vossos filhos
e nos alimentastes, nesta celebração,
com o Pão vivo descido do céu,
dignai-vos abençoar estes pães,
que vos apresentamos em honra de Santo Antônio de Pádua.

Fazei que todos os que deles participarem
reconheçam a vossa Providência amorosa,
tenham o necessário para o sustento de suas famílias,
cresçam na fraternidade e na partilha,
socorram os pobres e necessitados,
e jamais lhes falte o alimento que conduz à vida eterna.

Por intercessão de Santo Antônio,
modelo de caridade e servo fiel do Evangelho,
concedei-nos perseverar na fé,
na esperança e no amor.

Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
O sacerdote com o canto apropriado asperge os pães com a água benta

CONCLUSÃO

Pres.: Que estes pães, distribuídos aos fiéis, sejam para todos nós sinal da Providência de Deus e incentivo à prática da caridade.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO ANO JUBILAR 
Por ocasião do Jubileu Extraordinário dos 5 anos da Comunidade 

Pres.: Senhor Deus, neste tempo jubilar, chamais a Vossa Igreja a ir e anunciar. Concedei-nos fidelidade à missão, clareza no anúncio e verdade no testemunho. Que nossas palavras e ações não apontem para nós, mas conduzam a Cristo. Fazei do nosso anúncio um instrumento de atração, para que muitos se aproximem da fé pela verdade do Evangelho e pela vida cristã vivida com coerência. Abençoai o Apostolado Católico de Minecraft, suas obras, seus membros e sua missão, para que tudo o que for feito seja anúncio autêntico e conduza os corações a Cristo. Confiamos a Vós este Jubileu Extraordinário e respondemos com obediência ao Vosso chamado: Ide e anunciai. 
℟.: Amém.

RITOS FINAIS
BENÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.:  O Deus de bondade que, pelo Filho da Virgem Maria quis salvar o gênero humano vos enriqueça com sua bênção.
℟.: Amém.
Pres.:  Seja-vos dado sentir sempre e por toda parte a proteção da Virgem, por quem recebestes o autor da vida.
℟.: Amém.
Pres.:  E vós, reunidos hoje para celebrar com fervor sua solenidade, possais colher a alegria espiritual e o prêmio eterno.
℟.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: 
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.:
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟.:
Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

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